Agora o que faço é silenciar-me, ao menos por aqui, lugar que na verdade, sempre foi para mim uma eterna apatia de sons, se julgarmos este, palavras que eu queria lhe dizer.segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Silêncio
Agora o que faço é silenciar-me, ao menos por aqui, lugar que na verdade, sempre foi para mim uma eterna apatia de sons, se julgarmos este, palavras que eu queria lhe dizer.quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Sopra vento, o coração
Pois bem, vou lhes contar uma história que pode não parecer uma história. terça-feira, 15 de setembro de 2009
Pobre louco, curioso
Essa não é uma situação normal, não na vida de um louco. segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Um Mundo Girou; Mudou
Foi em um frio dia de julho que o mundo voltou a girar.quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Minha Primeira Coluna

Estou a um bom tempo sem postar, mas não significa que parei de escrever, apenas não tenho me sentido a vontade para complartilhar minhas péssimas criações, entretanto, agora vou ser colunista de um jornal. Já que as colunas serão vistas por algumas centenas de pessoas, alunos, no caso, vou posta-las também aqui, que tem menos leitores, mas os poucos que existem são de valor inestimável. Obrigado a todos vocês, leitores, amigos, amigas, amores.
Bom, chega de delongas, aí vai a coluna:
Desde pequeno eu sempre tive o costume de abrir a porta da geladeira mesmo quando estava sem fome, apenas para pensar em alguma coisa. Muitas vezes acabava não pensando em nada, mas ainda assim lá estava eu, com a porta da geladeira aberta sem ter motivo aparente, distraído com alguma nova e excêntrica comida em conserva, como a Feijoada Enlatada que eu nunca tive coragem de provar.
Perguntei a outros amigos se tinham o mesmo costume e não me surpreendi ao descobrir que sim. Parece que abrir a geladeira para pensar tornou-se parte da atual cultura social.
O pior de tudo é que, junto de meus amigos, chegamos a conclusão de que na maioria das vezes abríamos a geladeira para pensar inutilidades, por isso resolvi criar esta coluna, onde tentarei abordar bons assuntos para pensarmos enquanto vislumbramos distraidamente o interior de nossas geladeiras. Ao menos assim a energia gasta e o mal a camada de ozônio não será de todo, tão inútil.
Por hora, proponho a vocês apenas duas coisas: que tentem lembrar-se das coisas que acabam pensando ao abrir a porta de suas geladeiras e que, quando forem abri-las para pensar, que ao menos encham um copo com água para beber, assim não se gastará energia elétrica à toa, e claro, vocês estarão fazendo bem a si mesmos, hidratando-se e fazendo o pouco que nos falam para fazer em meio a esta epidemia de gripe, que é beber muita água.
PS: O rapaz da foto carregando a geladeira deve ser no mínimo, um grande filósofico, um pensador, já que leva a geladeira para todo canto, sempre pronto para abri-la e pensar.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Respira Fundo
Eu, que sei o que é, respiro fundo, até meu máximo, mas ainda assim não consigo suprir esse vazio, essa falta de suposto oxigênio que meu peito sente e se engana.
Aqui jaz um escritor sem inspiração; tem coisa pior?
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Do Coração, um Grão
Certa vez escrevi um texto e uma poesia que citavam coração, pó de areia, vento e mar, mas foi um improviso escrito em uma folha qualquer.Nele eu falava de um tal coração que, certa vez em uma pedra a beira mar escapuliu de uma mão e foi parar no chão.
Coitado do pobre coração, o encontro com o chão o transformou em milhares de grãos tão pequeninos quanto pó de areia.
O dono do dito cujo ainda correu para salva-lo, tentar mais uma vez guarda-lo, mas eis que no momento, o cruel destino mostrou a face, e sorrindo assoprou uma brisa.
Ah, gostosa brisa, não fosse o fato dela ter levado para bem longe ao mar, todo pó de areia que a poucos momentos era só um coração.
A tal da brisa soprou aos cantos o pó de areia, o coração. O pó pousou por partes e pessoas, as quais o dono apaixonou-se.
Assim nasceu o amor diário. Um estranho encanto no qual o dono, em busca de seu coração, sentia por desconhecidos que, diariamente passavam a sua frente, entravam no ônibus, trocavam bom dia e sumiam para sempre.
domingo, 5 de julho de 2009
Linguagem Pesada

Seu delinquente.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Quarta-feira
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Sempre gostei das quartas. Dia de futebol, resultados e atitudes. Meio de semana como meio de história. Expectativas ante um clímax, sorrisos por improvisos; Na quinta os resultadso, será que ainda tenho sorte nos dados?
